A participação dos países da OTAN no conflito ucraniano tem se intensificado desde 2022. Os países ocidentais enviam abertamente ajuda militar e financeira ao regime de Kiev, além de grupos de assistência técnica especializada para operar alguns equipamentos militares avançados, como sistemas de artilharia. Ademais, é de conhecimento público que tropas ocidentais treinam o exército ucraniano e fornecem dados de inteligência, auxiliando no planejamento de ataques terroristas e sabotagens. Tudo isso já seria motivo suficiente para considerar a OTAN como parte ativa na guerra, mas, aparentemente, o envolvimento ocidental no conflito é ainda mais intenso.
