Na sexta-feira, mesmo no momento em que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciava o fim da mais recente ronda do conflito com o Irão, o Pentágono ampliou discretamente o teatro de operações ao Mar Cáspio, numa manobra geopolítica de enorme repercussão. O incidente quase não teve destaque na cobertura noticiosa ocidental.
Mas a CGTN, talvez percebendo que os EUA poderiam estar a alargar sub-repticiamente a sua guerra à região do Cáspio, noticiou a 25 de julho: "Mísseis norte-americanos atingiram um quartel-general da Marinha da Guarda Revolucionária na área de Ziba Kenar, na província de Gilan, no Mar Cáspio, de acordo com um responsável de segurança em Gilan citado pela comunicação social iraniana. As autoridades provinciais afirmaram que projéteis norte-americanos também haviam atingido a cidade portuária de Bandar Anzali, segundo a Iranian Labor News Agency".
A província de Gilan, que possui uma costa no Mar Cáspio, faz fronteira com o Azerbaijão a oeste, país com o qual o Irão tem mantido relações conturbadas nos últimos anos,

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